www.casairmaelisabete.org

A Casa da Caridade Irmã Elisabete é uma instituição espírita filantrópica, fundada em 20/03/2000 por Lívia Pereira Santos (in memorian). Sem fins lucrativos, depende de doações para manutenção de suas atividades sociais e despesas. Agradecemos a colaboração!

DOAÇÕES - Caixa Econômica
AG.: 1018 OP: 003 C/C: 911-9

Conheça a Programação de atividades da Casa da Caridade Irmã Elisabete: www.casairmaelisabete.org

ENDEREÇO:Rua do Cascalho, nº 51, Pituaçu, Salvador, Bahia.

Contato: casadacaridade01@gmail.com

FUNCIONAMENTO
Segunda a sexta: 7:00 as 21:00 h.
Sábados: 7:00 às 17:00 h.
Esse blog tem por objetivo a difusão primeira do ESPIRITISMO, fundamentada nos princípios básicos da Doutrina Espírita codificada por Allan Kardec.
Mostrando postagens com marcador Pensamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pensamento. Mostrar todas as postagens

21/09/2016

SERVE COM DEUS -pelo espírito Emmanuel


Nos caminhos da vida, 
 Não te esqueças de Deus.
 Se o tempo é tranquilo, 
 Serve e agradece a Deus. 
 Antes as crises que surjam,
 Serve e confia em Deus. 
 Quando alguém te abandone, 
 Serve, apoiando-te em Deus. 
 Ante ofensas e golpes, 
 Cala-te e serve, pensando em Deus. 
 Atende ao dever que te cabe 
 E Deus fará o resto. 

Livro “DEUS SEMPRE”
Espírito: EMMANUEL
Médium: FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER
 Digitado por: Lúcia aydir 

01/04/2016

Você sabe dizer NÃO?


As provas do mundo estão a nos testar a todo o momento. Para não sucumbir a elas precisamos saber o que queremos para então nos posicionarmos.

Nós, seres imperfeitos num mundo de provas e expiações somos testados a todo instante. Jesus na sua plenitude foi testado durante 40 dias e 40 noites no deserto da Judéia, então como pensar que nós não seríamos?

Como uma amiga e companheira de anos de doutrina me disse: “nasci obsidiada e morrerei obsidiada”. Difícil a gente assumir isso, ainda mais se nos achamos supra-espiritualizados, mas acreditem, nós estamos sofrendo a todo momento as influências espirituais.

459. Os Espíritos influem sobre os nossos pensamentos e as nossas ações?
-- Nesse sentido a sua influência é maior do que supondes, porque muito frequentemente são eles que vos dirigem.
KARDEC. O Livro dos Espíritos. Livro II, Cap. IX. A INTERVENÇÃO DOS ESPÍRITOS NO MUNDO CORPÓREO

A qualidade dos nossos pensamentos e ações é que determinará se essa influência espiritual é superior ou inferior. Manter o pensamento elevado nos protege de vivermos a maioria de nossas aflições diárias.

Os nossos desejos mais íntimos são as portas de entrada para estas ações de espíritos inferiores. Tudo parte de nós, de nossos desejos e imperfeições. Então não devemos achar que tudo que nos acontece é culpa de obsessão, já que a origem do problema está em nós.

A lei da atração nos aproxima por sintonia de espíritos afins a nossa vibração, a nossa faixa de pensamento, sejam eles encarnados ou desencarnados. Por exemplo: Quando um amigo lhe oferece algo que você não gostaria de experimentar, mas tem no mínimo curiosidade já que todos os seus amigos experimentaram, há uma verdadeira guerra travada ao redor dos envolvidos na qual nossos olhos não percebem: de um lado nosso Anjo Guardião, nossos protetores e mentores, do outro espíritos doentes que desejam mais uma vez sentir os miasmas de seus vícios terrenos de outrora, também atuam no processo o Anjo da Guardião, protetores e mentores do seu amigo e os espíritos sofredores que o acompanham. Por fim, quem determinará a vitória deste conflito será você, ao utilizar seu livre-arbítrio e dizer sim ou não.

Às vezes para evitar sermos taxados de caretas, sem noção, C.D.F. etc. e por medo de sermos excluídos daquele círculo de amizade dizemos “sim”. Agradamos a estes “amigos” que estão nos fazendo uma proposta ou oferecendo algo ilícito, mas estamos agredindo a nós mesmo. E seremos nós que responderemos pelas conseqüências desta decisão, não eles. Muitas vezes iniciando um processo de viciação por um gesto que pra pessoa partiu de uma simples camaradagem.

Antes de dizermos Sim, devemos conhecer melhor as consequências deste consumo ou destas práticas ilícitas pois muitas consequências provenientes destas não estão visíveis no mundo físico. Por ignorância ou por não buscarmos nos esclarecer, não ouvimos os conselhos de nossos pais que são quem deveriam nos conduzir pela vida, assim acabamos escolhendo a decisão errada achando que um pequeno delito seria um ato de rebeldia sem consequências pro nosso futuro.

Às vezes pensamos que ninguém irá saber, esquecendo que nunca estamos sozinhos, uma plêiade de espíritos estão a nossa volta, mesmo quando estamos no nosso quarto de portas fechadas.

Por isso, pense melhor antes de dizer Sim. O Não sem agredir, sem julgar a pessoa que nos aborda é a melhor posição para você. Na maioria das vezes esta pessoa que nos abordou é quem mais precisa de ajuda e um apoio amigo.

A família deve ser sua fortaleza, procure construir uma relação sólida, com respeito. Conversas entre pais e filhos sem repressões, mas mostrando as conseqüências de nossas escolhas é o melhor caminho para orientar e proteger nossos entes queridos, ainda mais os que dependem dessa orientação mais íntima na imaturidade da vida.

Ensinar nossos filhos a dizer Não é algo importante desde muito pequenos: recusar um doce de um estranho, recusar fazer o que ele não quer, recusar brincadeiras agressivas ou depreciativas é um passo importante para a formação do caráter e personalidade deles. Sempre mostrando que há limites para tudo até nos contatos com qualquer pessoa dos nossos laços de familiares e de amizades, nossa intimidade e individualidade deve ser respeitada desde criança.


Cabe aos pais assumirem o papel de protetor e orientador para seus filhos. Filhos cabem a vocês darem a seus pais o respeito e buscar neles as primeiras orientações para tudo, ver neles a sua sustentação. Esta é uma relação que deve ser construída. A confiança deve ser conquistada desde cedo e o amor deve reinar acima de todos os conceitos impostos pelo mundo. Conhecer a si mesmos e àqueles que os cercam é um passo importante para uma boa convivência.

Colaborador: Robert Ferreira

Mediunidade

 
 
Historicamente, a Mediunidade pode ser observada, em todos os tempos e em todos os lugares, desde as mais remotas épocas.

A crença na imortalidade da alma e a possibilidade da comunicação entre os "vivos" e os "mortos" sempre existiu.  Por exemplo:

A Índia, berço de todas as religiões da Humanidade, tem o Livro dos Vedas, de 1.500 a.C., que tem sido reconhecido como o mais antigo código religioso da Humanidade, no qual há afirmativas claras sobre imortalidade da alma e a recriação:

 Ainda na Índia, encontramos Krishna, inspirador de uma doutrina religiosa, deixa claro a ideia da imortalidade da alma, as reencarnações sucessivas, e a possibilidade de comunicação entre vivos e mortos:

No Egito, cultuava os mortos e conheciam formas fluídicas e do magnetismo. O destino da alma, a comunicação com os mortos, a pluralidade das existências da alma e dos mundos habitados eram, para eles, problemas solucionados e conhecidos.

Lao-Tsé e Confúcio, 600 a 400 a.C., na China, mantinham no culto dos antepassados a base de sua fé. Neste culto, a ideia da imortalidade e a possibilidade da evocação dos mortos era clara.

Israel Cerca de 15 séculos antes de Cristo, Moisés, o grande legislador hebreu, observando a ignorância e o despreparo de seu povo, procura através de uma lei disciplinar, educar os hebreus com relação a evocação dos mortos. Estudando a vida de Moisés, vemos que ele era possuidor de uma mediunidade fabulosa que possibilitou o recebimento dos "Dez Mandamentos", no Sinai, que até hoje representa a base dos códigos de moral e ética no mundo.

Na Grécia, a crença nas evocações era geral. Vários filósofos, desta progressista civiliza- ção, se referem a estes fatos: Pitágoras (600 a.C.) Astófanes, Sófocles (400 a.C.) e a maravilhosa figura de Sócrates (400 a.C.). A idéia da unicidade de Deus, da pluralidade dos mundos habitados e da multiplicidade das existências era por eles transmitidas a todos os seus iniciados.

Jesus, o Médium de Deus, teve sua existência assinalada por fenômenos mediúnicos diversos. O Novo Testamento traz citações claras e belas de mediunidade em suas mais diferentes modalidades.

A Idade Média foi uma época em que o estudo mais profundo da religião era praticado apenas por sociedades ultrassecretas. Milhares de vidas foram sacrificadas sob a acusação de feitiçaria, por evocarem os mortos. Nesta época, tão triste para a Humanidade, em vários aspectos, podemos citar como uma grande figura, Joana D'arc, que guiando o povo francês, sob orientação de "suas vozes", deixou claro a possibilidade da comunicação entre os vivos e os mortos.

O Espiritismo Foi no século XIX (1848), na pacata cidade de Hydesville, no estado de New York (EUA), na casa da família Fox, que o fenômeno mediúnico começaria a ser conhecido em todo o mundo. Chegara o momento em que todos as coisas deveriam ser restabelecidas. Foi quando surgiu no cenário terrestre, aquele que deu corpo à Doutrina dos Espíritos: Hippolyte Léon Denizard Rivail, ou Allan Kardec, como ficou conhecido.

Em 1855, com a idade de 51 anos, Kardec iniciou um trabalho criterioso e científico sobre o fenômeno mediúnico e após alguns anos de estudos sistematizados lançou o Pentateuco:

·       em 18 de abril de 1857, O Livro dos Espíritos;

·       em 1859 - O Que é o Espiritismo;

·       em 1861 - O Livro dos Médiuns;

·       em 1864 - O Evangelho Segundo o Espiritismo;

·        em 1865 - O Céu e o Inferno;

·       e em 1868 - A Gênese. Graças ao sábio lionês tivemos a Codificação da Doutrina Espírita reconhecida como a Terceira Revelação, o Consolador prometido por Jesus.

O que é Mediunidade?

Eliseu  Rigonatti, explica muito bem o que a Mediunidade,  em seu livro Mediunidade sem lágimas, no capítulo A comunicação entre os encarnados e os desencarnados.

Ele destaca a necessidade de compreendermos alguns aspectos relevantes para definirmos Mediunidade, tais como:

·        SOMOS ESPÍRITOS ENCARNADOS até o dia de nossa morte.

·       A morte não existe, pois após a morte, continuamos a ser ESPÍRITOS, porém, desencarnados.

·       A morte é a separação de nosso espírito imortal, do corpo físico ao qual estamos ligados atualmente.

Após a morte o nosso espírito passa a viver no mundo espiritual.

 
Da mesma forma que enquanto espíritos encarnados, nos comunicamos uns com os outros de diversas formas, há também a possibilidade da comunicação com os espíritos que já não vivem mais na mesma dimensão, como encarnados, como nós. É por meio dessa comunicação que recebemos notícias daqueles que já partiram, palavras confortadoras e úteis ensinamentos morais.
 
O meio do qual nos utilizamos para fazer contato com os espíritos desencarnados é a Mediunidade.

 Segundo Allan Kardec a prática da mediunidade é o intercâmbio entre o mundo físico e o mundo espiritual.

Como acontece essa prática da Mediunidade?
 
A percepção das influências espirituais se dá pelo fenômeno mental da SINTONIA, ou seja, nossa mente, sendo um núcleo de forças inteligentes, gera PENSAMENTOS PLASMANDOS que, ao se exteriorizarem, entram em comunhão com as faixas de ideias de mesmo teor vibratório, estabelecendo-se assim a SINTONIA MEDIÚNICA. Atraímos espíritos que se afinam conosco, tanto quanto somos por eles atraídos.

Em O Livro dos Médiuns , Allan Kardec explica no capítulo XIV, os diversos tipos de mediunidade, que são:


       Mediunidade de Efeitos físicos que podem se apresentar de duas formas:

·       que têm consciência dos fenômenos por eles produzidos

·        e os involuntários  ou naturais, que são inconscientes de suas faculdades, mas são usados pelos espíritos para promoverem manifestações fenomênicas sem que o saibam.
Mediunidade  sensitiva ou impressionável 

·       Quando sentimos a presença dos espíritos por uma vaga impressão.

·       Esta faculdade se desenvolve pelo hábito e pode adquirir tal sutileza, que aquele que a possui reconhece, pela impressão que experimenta, não só a natureza, boa ou má, do espírito que se aproxima, mas até a sua individualidade.

Mediunidade de Audiência ou Clarividência

·       Quando os médiuns ouvem a voz dos espíritos.

·       O fenômeno manifesta-se algumas vezes como uma voz interior, que se faz ouvir no foro íntimo. Outras vezes, dá-se como uma voz exterior, clara e distinta, semelhante a de uma pessoa viva. Os médiuns audientes podem, assim, estabelecer conversação com os espíritos.

.Mediunidade de Vidência ou Clarividência

·        São dotados da faculdade de ver os espíritos.

·       Cabe salientar que o médium não vê com os olhos, mas é a alma quem vê e por isso é que eles tanto veem com os olhos fechados, como com os olhos abertos.

Mediunidade de Psicofonia: 

·       Neste tipo o médium serve como um instrumento pelo qual o espírito se comunica pela fala; assim, há a acoplação do perispírito do espírito comunicante no perispírito do médium, permitindo, assim, que o espírito utilize o aparelho fonador do médium para fazer uso da fala.

Mediunidade de Cura: 

·       Este gênero de mediunidade consiste, principalmente, no dom que possuem certas pessoas de curar pelo simples toque, pelo olhar, mesmo por um gesto, sem o concurso de qualquer medicação. Dir-se-á, sem dúvida, que isso mais não é do que magnetismo.

·       Evidentemente, o fluido magnético desempenha aí importante papel. Porém, quem examina cuidadosamente o fenômeno sem dificuldade reconhece que há mais alguma coisa. A magnetização ordinária é um verdadeiro tratamento seguido, regular e metódico. No caso que apreciamos, as coisas se passam de modo inteiramente diverso. Todos os magnetizadores são mais ou menos aptos a curar, desde que saibam conduzir-se convenientemente, ao passo que nos médiuns curadores a faculdade é espontânea e alguns até a possuem sem jamais terem ouvido falar de magnetismo. A intervenção de uma potência oculta, que é o que constitui a mediunidade, se faz manifesta, em certas circunstâncias, sobretudo se considerarmos que a maioria das pessoas que podem, com razão, ser qualificadas de médiuns curadores recorre à prece, que é uma verdadeira evocação. 

Mediunidade Mecânica: 

·       Quem examinar certos efeitos que se produzem nos movimentos da mesa, da cesta, ou da prancheta que escreve não poderá duvidar de uma ação diretamente exercida pelo Espírito sobre esses objetos.


Mediunidade Intuitiva:

·       A transmissão do pensamento também se dá por meio do Espírito do médium, ou, melhor, de sua alma, pois que por este nome designamos o Espírito encarnado. O Espírito livre, neste caso, não atua sobre a mão, para fazê-la escrever; não a toma, não a guia. Atua sobre a alma, com a qual se identifica. A alma, sob esse impulso, dirige a mão e esta dirige o lápis. Notemos aqui uma coisa importante: é que o Espírito livre não se substitui à alma, visto que não a pode deslocar. Domina-a, mau grado seu, e lhe imprime a sua vontade. Em tal circunstância, o papel da alma não é o de inteira passividade; ela recebe o pensamento do Espírito livre e o transmite. Nessa situação, o médium tem consciência do que escreve, embora não exprima o seu próprio pensamento. E o que se chama médium intuitivo. 

Mas, sendo assim, dir-se-á, nada prova seja um Espírito estranho quem escreve e não o do médium. Efetivamente, a distinção é às vezes difícil de fazer-se, porém, pode acontecer que isso pouca importância apresente. Todavia, é possível reconhecer-se o pensamento sugerido, por não ser nunca preconcebido; nasce à medida que a escrita vai sendo traçada e, amiúde, é contrário à ideia que antecipadamente se formara. Pode mesmo estar fora dos limites dos conhecimentos e capacidades do médium. 
O papel do médium mecânico é o de uma máquina; o médium intuitivo age como o faria um intérprete. Este, de fato, para transmitir o pensamento, precisa compreendê-lo, apropriar-se dele, de certo modo, para traduzi-lo fielmente e, no entanto, esse pensamento não é seu, apenas lhe atravessa o cérebro. Tal precisamente o papel do médium intuitivo. 

Mediunidade semi-mecânica:
 
       No médium puramente mecânico, o movimento da mão independe da vontade; no médium intuitivo, o movimento é voluntário e facultativo. O médium semi-mecânico participa de ambos esses gêneros. Sente que à sua mão uma impulsão é dada, mau grado seu, mas, ao mesmo tempo, tem consciência do que escreve, à medida que as palavras se formam. No primeiro o pensamento vem depois do ato da escrita; no segundo, precede-o; no terceiro, acompanha-o. Estes últimos médiuns são os mais numerosos 

Mediunidade por inspiração:

·       Todo aquele que, tanto no estado normal, como no de êxtase, recebe, pelo pensamento, comunicações estranhas às suas ideias preconcebidas, pode ser incluído na categoria dos médiuns inspirados.

·        Estes, como se vê, formam uma variedade da mediunidade intuitiva, com a diferença de que a intervenção de uma força oculta é aí muito menos sensível, por isso que, ao inspirado, ainda é mais difícil distinguir o pensamento próprio do que lhe é sugerido.


Fontes:
1) Depois da Morte - Léon Denis                                                                                                           2) História do Espiritismo - Arthur Conan Doyle                                                                             3) Allan Kardec - Zeus Wantuil e Francisco Thiesen                                                                        4) O Livro dos Médiuns, Allan Kardec                                                                                                 5) Mediunidade sem Lágrimas.

27/02/2016

Vigiando os pensamentos


"...necessário se faz vigiar os pensamentos constantemente, para não nos tornarmos coniventes com o que faz mal à nossa vida."
Lívia Pereira Santos

Pensamento e Ação

 
"Todo pensamento idealizado tem probabilidade de tornar-se uma ação."
Lívia Pereira Santos